domingo, 8 de fevereiro de 2009

É assim

Tem épocas que a vida leva mais a gente do que a gente leva ela.
Acho que as coisas estão mais ou menos desse jeito. Eu voltei pra faculdade, voltei pros amigos de lá, pra minha segunda vida que é lá. Ultimamente a minha vida aqui estava muito morna pra meu gosto, eu, que sempre gostei de farras, noites, amigos, estava me vendo trancada dentro de casa fazendo nada e sozinha. Não era bem assim que eu queria ficar mas ao mesmo tempo, eu me sentia muito bem em me curtir um pouco, tranquilizar a cabeça, as ações...
Agora as coisas parecem estar um pouco mais corridas, sou uma escraviária porém assalariada. Do trampo corro pro ônibus e só volto pra casa meia noite e cacetada.
Minhas férias foram tão movimentadas que li uns 6 livros nesse tempo, isso sem falar dos tantos filmes e séries que vi. Ah! Também tive um tempo para o projeto do meu livro que se Deus quiser sai esse ano. E agora que eu estou na minha rotina louca de novo, meus dias sonolentos, minha preguiça de ir trabalhar, sinto que as coisas podem ficar boas.
Eu tinha pedido pra mim mesma, me implorado, pra ser mais sincera, que eu conseguisse aproveitar ao máximo nesse ano. Mas minha forma de aproveitar vai ser diferente, ela já tem sido de um tempo pra cá, porque eu tenho pensado mais em mim e mais no amanhã. Carpe Diem é bonito no papel, mas na prática a coisa é outra! A vida nos exige muita responsabilidade e a gente só pode exigir boas oportunidades pra ela.
it's evolution baby!

about one past

September 21, 2008 12:02 PM
dEFEITOS COLATERAIS
A cabeça tá a miiil.
Tem muita coisa pra pensar agora, tem muita coisa pra decidir agora, e eu apenas me encontro em posição de observadora.
Ontem fui num casamento liindo, não chorei pra não ficar feio, mas tava tudo tão lindo, tudo tão perfeito, tudo tão cheio de amor, amor de verdade sabe, aquele que é pra vida toda... E como todo mundo sabe, se até filmes me provocam efeitos colaterais, imaginem o que esse casamento fez né?! Fiquei com muitas coisas na cabeça, fiquei pensando se algum dia seria eu que estaria entrando naquela igreja, linda, com o cara que eu amo lá na frente me esperando pra ser o meu marido e companheiro dali pro resto dos nossos dias. Se algum dia esse tipo de amor vai me atingir, esse que tem certeza de que é pro resto da vida, que é pra sempre e que é imutável, eterno. Sempre vi o amor como o pedaço de soneto de fidelidade 'que não seja infinito, posto que é chama, mas que seja eterno enquanto dure', pensa, seria o certo, enquanto fosse amor, tudo bem, depois fim. Mas ontem eu fiquei pensando de outra forma, amor não pode ser chama, amor de verdade não, ele não pode simplesmente se apagar, meus pais estão casados a quase 27 anos, será que eles não se amam? Será que o amor que fizeram eles casarem acabou a algum tempo e hoje só estão juntos porque já estão casados?! Não faz sentido. Quando se sente esse tipo de amor, você tem que saber que ele vai durar pra sempre, que ele vai ser único, vai ser eterno, vai ser infinito, E recíproco. 'No alicerce, Deus, nas paredes, amor e fidelidade, e no teto, diálogo e perdão'. Pois é, construir uma casa, uma família, uma vida. Unificar dois destinos. Será que essas coisas existem? Se existem, Papai do céu, guarda uma amostra pra mim por favorzinho?!

sábado, 7 de fevereiro de 2009

MouthWash

And I use mouthwash
Sometimes I floss
I've got a family
And I drink cups of tea

I've got nostalgic pavements
I've got familar faces
I've got a mixed-up memory
And I've got favourite places